Se ainda não teve oportunidade, leia a primeira parte do artigo como ser feliz, com várias ideias para seguir o seu caminho na busca da felicidade.
Quem as cria tem mais hipóteses de conseguir o que deseja do quem anda perdido, quem anda ao sabor do vento. Quando temos objectivos estamos conscientes de que conseguimos apesar dos medos e apesar dos obstáculos.
Podemos encarar um nosso trabalho como um emprego para ganhar a vida, como uma carreira tendo sempre a preocupação da progressão e do prestígio, ou como uma vocação, dando significado ao que fazemos. Quem faz o gosta, não se cansa, é alegre.
Cultive as suas amizades. Procure relações duradouras. Se ficar sozinha muito tempo, para além de pensar bastante e por vezes é perigoso, irá distrair-se, e os seus amigos são algo a preservar. Irão ajudar-lhe e irá ajudar-lhes.
Não aposte tudo de si na mesma área. Abra os seus horizontes em todos os níveis: amigos, trabalho, hobbies. Se algo correr mal, tem sempre outra coisa que está bem.
Ter alguém é bom, sentimo-nos amparados, com quem partilhar. Analise a sua relação e melhore-a para se sentir feliz e assim também pode fazer a outra pessoa feliz.
Ligar mais ao espírito e à mente é mais saudável e feliz do que o materialismo. Está provado que faz bem à saúde. Mas não significa que haja fanatismo basta ter uma prática como yoga, meditação ou tai chi.
Não tenha medo de fechar uma história de medo, de violência. Liberte-se. Não tenha medo de ficar só. Lembre-se da velha máxima: “Antes só, do que mal acompanhada”.
O dinheiro não nos torna mais felizes. A felicidade não significa ter tudo mas a importância que se dá ao que se tem.
Antes de olhar para os outros, olhe para si. Trate de si, escute o seu interior. Tenha tempo para si, faça yoga, reiki, tai chi, meditação ou outras actividades que lhe dê prazer para além do seu trabalho.
Continue a ler, na terceira parte, o caminho para a felicidade.
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